Quando me lembrei de uma das minhas poesias mais recentes, tem tempos que eu não escrevo,
mas desta eu me lembro o momento exato de inspiração.
Havia vezes que eu decidia escrever algo legal partindo de uma idéia legal, mas naquele dia, eu simplesmente peguei a caneta e o papel. E ela se escreveu sozinha praticamente.
Estava eu sozinho na sala de estar da casa dos meus pais, beirando às 12 da noite. Distante ouvi um rúido diferente no ar, o cheiro da terra molhada invadiu o ambiente, e aquele vento gelado e refrescante tocou as frestas da porta a fazendo fechar. A chuva caiu rápido e forte, típica chuva de lugares quentes no meio da noite, a fraca iluminação pelo lado de fora, e as luzes apagadas dentro, um filme tinha acabado de acabar.
Escrevi.
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'O despertar'
Roucos tocam a chuva da madrugada.
Os pingos que dos céus descem, de lá não nos trazem nada.
Agoniza os versos meus. Mudos, distantes dos olhos teus. Luz insípida, imperecível ao papel
em cada sombra que dela brota, torna delas amarrotas...
Que brilho era esse que se tornavam reitores,
amargo e puro eram, seus itinerantes. Luz clara de luar reconhecível aos amores. E em cada esquina à sombra dela brota. E torna delas almas tortas...
Que brilhar era esse?
Tolerantes aos olhos meus, luz cor de mel, impuro ao cativar, luz clara de luar reconhecível aos amores, um em cada duas cores,
onde delas sombras brotam, tornando elas flores mortas...
e notas; as quais escutam as almas tortas...
Quê brilho era esse que do céu se escondia?
O caminho que percorre já não segue a minha...
Irreconhecível o pingo do bruto negro atravessa, azul reluzente, transparente.
Quando minha escrita termina,
Quando parte do céu... Recomeça.
E se algum dia dela vier, o brilho do despertar...
continua... então, as almas tortas em sua luz...
se salvar.
Roucos tocam a chuva da madrugada.
Os pingos que dos céus descem, de lá não nos trazem nada.
Agoniza os versos meus. Mudos, distantes dos olhos teus. Luz insípida, imperecível ao papel
em cada sombra que dela brota, torna delas amarrotas...
Que brilho era esse que se tornavam reitores,
amargo e puro eram, seus itinerantes. Luz clara de luar reconhecível aos amores. E em cada esquina à sombra dela brota. E torna delas almas tortas...
Que brilhar era esse?
Tolerantes aos olhos meus, luz cor de mel, impuro ao cativar, luz clara de luar reconhecível aos amores, um em cada duas cores,
onde delas sombras brotam, tornando elas flores mortas...
e notas; as quais escutam as almas tortas...
Quê brilho era esse que do céu se escondia?
O caminho que percorre já não segue a minha...
Irreconhecível o pingo do bruto negro atravessa, azul reluzente, transparente.
Quando minha escrita termina,
Quando parte do céu... Recomeça.
E se algum dia dela vier, o brilho do despertar...
continua... então, as almas tortas em sua luz...
se salvar.
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Nosssa Dan, adorei essaa =D
ResponderExcluirMinha nossa! Essa poesia ficou muito boa mesmo Daniel... Mas eu prefiro a Crônica de Átala... a propósito, tem previsão de quando vai postar a próxima parte da história? Aledom é realmente incrível! Cara essa história é bárbara!
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