domingo, 19 de setembro de 2010

O despertar (poesia)

    Já tinha alguns dias que eu havia prometido atualizar o blog com uma das minhas histórias prontas, mas acabei demorando demais corrigindo antes da publicação, (corrigir e recorrigir...).
   Quando me lembrei de uma das minhas poesias mais recentes, tem tempos que eu não escrevo,
mas desta eu me lembro o momento exato de inspiração.


   Havia vezes que eu decidia escrever algo legal partindo de uma idéia legal, mas naquele dia, eu simplesmente peguei a caneta e o papel. E ela se escreveu sozinha praticamente.


    Estava eu sozinho na sala de estar da casa dos meus pais, beirando às 12 da noite. Distante ouvi um rúido diferente no ar, o cheiro da terra molhada invadiu o ambiente, e aquele vento gelado e refrescante tocou as frestas da porta a fazendo fechar. A chuva caiu rápido e forte, típica chuva de lugares quentes no meio da noite, a fraca iluminação pelo lado de fora, e as luzes apagadas dentro, um filme tinha acabado de acabar.




Escrevi.


http://media.photobucket.com/image/rain/mackenziecalle/rain.jpg?o=70




'O despertar'

Roucos tocam a chuva da madrugada.
Os pingos que dos céus descem, de lá não nos trazem nada.
Agoniza os versos meus. Mudos, distantes dos olhos teus. Luz insípida, imperecível ao papel
em cada sombra que dela brota, torna delas amarrotas...

Que brilho era esse que se tornavam reitores,
amargo e puro eram, seus itinerantes. Luz clara de luar reconhecível aos amores. E em cada esquina à sombra dela brota. E torna delas almas tortas...

Que brilhar era esse?
Tolerantes aos olhos meus, luz cor de mel, impuro ao cativar, luz clara de luar reconhecível aos amores, um em cada duas cores,
onde delas sombras brotam, tornando elas flores mortas...

e notas; as quais escutam as almas tortas...

Quê brilho era esse que do céu se escondia?
O caminho que percorre já não segue a minha...
Irreconhecível o pingo do bruto negro atravessa, azul reluzente, transparente.
Quando minha escrita termina,

Quando parte do céu... Recomeça.

E se algum dia dela vier, o brilho do despertar...
continua... então, as almas tortas em sua luz...

se salvar.

http://photobucket.com/images/

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Prólogo de A Crônica de Átala


Senhores, devido a reclamações posteriores, decido dar uma introdução um pouco mais palpável a vocês. Afinal a prática funciona melhor que a teórica em alguns casos.
E lendo por vocês mesmos, vocês agora ficam aptos a tirarem suas próprias conclusões da narrativa. Só um gostinho do que vêm a seguir.

Daniel Liu


Olhos Eternos RPG: A Crônica de Átala


“Há muito tempo rumei ao seu encontro... porém, aqui e agora tenho a certeza de que jamais nos encontraremos novamente”.

  Aledon Talguem.



Prólogo


            “Tudo o que eu tive até hoje foi um nome. E desde o inicio eu soube que não fora o suficiente.
O meu pai há muito tempo atrás, ajudou a derrotar o mais poderoso homem de toda Irígnia.
Meu avô retirou do peito deste homem um demônio, de onde ele retirava todo seu poder.
Então aqueles que seriam minha família conseguiram trancá-lo em um lugar de localização desconhecida.
E como tudo tem um preço... Os meus pais não retornaram desta cruzada. E este preço é o que eu pago até hoje.
 Meu nome é Aledon Talguem. 'O' filho de Alathor Vermangoes e Níneri Talguem.
Sou fruto de uma aliança lendária que há milênios não ocorria. Sou um meio-humano.
Morei toda minha vida com o povo elfo, que às vezes me tratava com desprezo, às vezes com cordialidade excessiva e às vezes faziam menções... Como se minha impaciência em relação às respostas fosse à chave de tudo.
Quando me despedi de Èdrin não me trataram com surpresa, muito menos com pesar... Era como se isso fosse meu destino.
            Quase que instantaneamente à minha decisão, flashes invadiram minha mente, revelando alguns nomes e imagens... E assim como minha progenitora, eu tinha visões sobre o futuro. Era um dom, que chamavam de oráculo.
Parti de Èdrin sem saber o que encontrar. O preço que eu estava a pagar era caro demais, e no fundo eu sempre soube que lá não era o meu lugar... No fundo, bem lá no fundo.
E sem sequer olhar uma vez para trás...
Parti.
Parti carregando uma habilidade divina. Via coisas que aconteceriam logo após, num futuro não tão distante. Eram iluminações que percorriam minha cabeça, deixando para trás o futuro.
            E lá estava ele. O nome Àtala. Cravado como uma ferradura na minha cabeça.
Eu tinha de certa forma medo do mundo. Admito. Por isso parti com roupas que me recobrissem por inteiro, e percorrendo tais florestas fechadas de Èdrin, tentava imaginar o que me aguardava lá fora.
Reinos humanos, reinos visitados pelo meu pai Alathor, antes de partir para a grande batalha. Mais e mais eu pensava nestes reinos humanos... E mais e mais, reconhecia a grandeza deste caminho, e a grandeza do meu pai.
            Era natural o filho seguir os passos do pai... E a cada um que eu dava recordava-me parte das historias dele, histórias passadas a mim durante estes anos.
 E isso me dava uma intensa sensação estranha. Sentia que ele... O meu pai é como se ele estivesse me esperando em algum lugar.
 E no meio de tais florestas, sabia agora o que procurar. Recordo-me do 'preço' da enorme batalha. 'Seus pais partiram'. Meus pais me deixaram para trás. Fui abandonado.
 Não sei o motivo. Mas também não me interessa. Quero encontrar nem que seja a pedra da lápide do túmulo de meu pai.
Terei então a real certeza de que, mais do que nunca, haviam me abandonado e que desta vez seria para sempre...
 Demorei dez dias inteiros de caminhada para sair destas densas florestas.
 Começava a minha história”.


Capitulo I - “O berço das trevas



O lento trote dos cavalos parecia lhe ninar. Contínuo e nauseante. Distantes e constantes eram os passos dos eqüinos que guiavam a carruagem. Lentos à brisa sua branca crina se entregava e cavalgava sobre o vento assim como os passos de seus donos. Olhando desatentos, seguindo ordens de quem os guiava, caminhavam de forma rígida sobre o chão de terra batida da estreita estrada.    
Cabelos loiros pendurados na janela da carruagem, e seus fundos olhos eram a face do seu cansaço. Mar de cristalinas águas, doces sonhos carregavam em suas águas que lubrificavam seu olhar. Por fora a fadiga de exaustão, de uma vida sedentária de mulher das terras medievais. Cabelos ressecados pelo clima árido pendiam e balançavam pelos solavancos de seus fieis servos eqüinos. O monge que ia em sua rústica carruagem, praticamente hibernava ao seu lado. O sonolento ar que impregnava o interior da carruagem a destruía por fora, sua vitalidade jovem de mulher. O frescor da mata virgem tocava-lhe o rosto e refrescava seu espírito devagar. Devagar, pois era de se esperar de uma bela manhã de sol. Pensava consigo que, se não fosse essa viagem, tudo seria perfeito.
Sascirce ainda não havia se acostumado àquelas viagens de longa distancia que fazia a mando de seu pai. Longas e nauseantes pensava e a paciência, que ela não possuía, começava a aborrecer-lhe. E imersa em seu próprio descontentamento, viu um vulto na estrada.
Rápido. Foi seu único pensamento sobre o fato. Se é que se pode dizer que pensou muito, ao colocar sua cabeça para fora da carruagem para ver o que sucedia. Nada além de árvores pôde enxergar. O clima pesado da umidade dentro da mata parecia deixar tudo ao seu redor ainda mais lento e vagaroso, cansativo e confuso.
Voltou-se.
            Quando abruptamente a carruagem parou. Os cavalos relinchavam adiante dela enquanto ela gritava o nome do coche, com sua voz feminina e leve. Gritou “Nabou”, mas não havia resposta. Um misto de temor e preocupação com a vida de seu subordinado a fez saltar diante da porta da carruagem, para então ir atrás do responsável pela turbulência em sua viagem. Deixando então para trás a carruagem, ela saltou.
O som da mata a perturbava. O “silêncio” era o que na verdade a matava. Lentamente se aproximou dos cavalos tocando em seus lombos devagar, os acariciando para que ficassem mais quietos. Chamando novamente o coche da carruagem, sem obter resposta, percorreu sua visão ao seu redor. Olhou o topo da carruagem, onde ele deveria estar guiando, porém lá não estava.
Gritou então mais alto ainda o nome do coche. Enquanto se escorava em um dos cavalos, o mistério fazia seu coração palpitar cada vez mais rápido.
E a passos lentos Sascirce caminhou em direção ao outro lado da carruagem. Sob suas retinas, olhos atentos e pupilas arrebentadas pelo temor. Porém, foi quando deu a volta, que ela o encontrou.
O terror da morte atingiu seu pasmo rosto feminino, enquanto ao chão pendia um corpo sem vida de um monge, lançado à fria terra batida. E em seu pescoço, uma flecha certeira que manchava o marrom do chão, em vermelho sangue. Segundos após o choque, paralisada e prestes a ter um ataque nervoso, Sascirce ainda sem proferir palavra alguma correu então até o corpo inerte ao chão. Suas lágrimas, apesar de não correrem por ele, corriam pelo medo. Medo do desconhecido, ou mesmo medo da morte eminente. Nem ela tinha discernimento suficiente para entender a si mesma naquele momento. Um misto de medo, pena, e imaginação... Pois quem quer que seja o responsável pela morte, não parecia que hesitaria em fazer o mesmo a ela.
Debruçou-se junto ao corpo em prantos. E, sobre os retalhos de roupas, tentou erguer o inerte corpo ainda quente em vermelho sangue que se esvaia de sua jugular. Havia sido uma flecha certeira. Estava tão enterrada no pescoço do monge, que parecia quase chegar até o outro lado de sua carne, e, situada de tal forma, que bem provavelmente  ele nem tenha se dado conta do que havia lhe atingido. Foi um tiro no escuro para o homem. Pois uma flecha silenciosa mataria qualquer um. E num novo assobio que cortou o ar mais uma vez... Outra flecha se chocou ao cadáver tão abruptamente, que uma única singela gota de sangue agarrou-se ao rosto da jovem, enquanto a flecha se enterrava no pescoço do defunto.
Sascirce virou seus olhos para a direção do lançamento da flecha. Foi quando ela o viu. Era um homem de porte médio, com cabelos negros tão compridos e lisos que cobriam parte de seu rosto, trajava negro e amparava um enorme arco prateado. Lentamente ele caminhava em direção a Sascirce. Foi quando ela percebeu outro pequeno detalhe no assassino. Ele possuía orelhas pontudas que saiam de fora a fora de seus negros cabelos.
            Era um elfo.
Perdão pela intrusão.
Era uma voz nítida e decidida.
Eu não queria atrapalhar seu momento de ternura senhorita.
A jovem ergueu-se rapidamente em susto. Enquanto da carruagem saia outro monge, o qual correu rapidamente deixando somente para trás seus suspiros de decadência física sedentária, e, sem entender coisa alguma, proferiu algumas palavras para si e aproximou-se do corpo morto.
Procuro uma coisa importante senhores...
Disse o misterioso assassino. Seu gélido olhar os fazia paralizarem... E sem mais proferir palavra alguma, o gordo monge correu mata adentro sozinho.
Instantaneamente o elfo ergueu seu arco ao céu e, engatilhando mais uma flecha, fez um ângulo alto e sem sequer olhar onde atirava, fez com que a flecha percorresse o céu acima das árvores, e subiu, e subiu, e quando desceu, ela caiu como um raio vindo dos céus. Ao longe pode se ouvir somente um grito abafado.
Imerso no êxtase de seu próprio sucesso, esboçou um largo sorriso cínico, esperando ter alguém para “apreciá-lo”. Mas não havia. Ele havia se descuidado, e neste descuido a mulher havia sumido.
Novamente sorriu para si mesmo. Achou graça da situação... Afinal, também não podia matá-la. Se ele a matasse, sobraria quem para interrogar? Os cavalos?
Entrou na mata como uma de suas flechas.
  Como um raio, ele a perseguiu.




quarta-feira, 8 de setembro de 2010

O Olhar Eterno - Início










Primeiro dia do Blog, que fique nas páginas da história para as próximas gerações!




Gerações daqueles que prestigiaram com toda a certeza os fatos aqui futuramente descritos.




Os objectivos são claros, divulgação. Claro, em um âmbito um pouco maior. Em combate moral ao privilégio dos poucos que desfrutaram do que será apresentado ao público a seguir.






Este blog tem o principal intuito de apresentar um novo universo conhecido somente por poucas pessoas. Por volta de 20 pessoas mais ou menos. Potencial existe e precisa ser explorado. Eis em suma, do que se trata o blog.

Anos atrás surgem ideias emergentes de um mundo já bastante conhecido (mal interpretado) entre as pessoas, o rpg (Roling Playng Game), porém antes mesmo de eu conhecer a respeito, ainda na infância criei um sistema simples baseado no jogo Pokemon Yellow de GBA de combate de bonecos.

Isso mesmo bonecos. Na minha e na de vários outros "amiguinhos" brincávamos de bonecos uns nas casas dos outros. Fato. 



Crianças são fascinadas por batalhas (Ishidoro do mangá Berserk) 






Éramos felizes até o momento em que tudo ficava um tanto quanto feroz e violento entre ás pessoas plastificadas. Os combates cada vez mais sangrentos. A adrenalina a cada dia mais alterada, até as discordâncias nos levar ás brigas. Justo. Alias, muito injusto, não havia uma forma mais eficaz do que a argumentativa para demonstrar que um ou outro boneco havia ganhado a batalha.











Surgiu o primeiro esboço do que mais tarde seria um jogo. Usei um sistema de níveis, entre os bonecos, poderes, e habilidades, e tudo isso era anotado em folhas controladas por mim. Instalou-se a paz entre as aventuras, e a cada dia mais animo para brincar. Acordávamos cedo para irmos às casas dos outros para aumentar nossos níveis e ficarmos mais fortes. 






O tempo passou, os bonecos perderam a graça, pelo menos a brincadeira de bonecos, não os bonecos em si. Mais tempo se passou.

















Mais tarde toda aquela criatividade acumulada na infância gerou certo impulso por assim dizer. E já na escola as histórias começaram a chamar atenção dos professores de literatura (não os de gramática). Então eu descobri um outro lado da criatividade, contemporâneo a isso, havia feito outra descoberta ainda mais impressionante.











Eu havia sido um mestre na infância. Um mestre de rpg. Isso mesmo! Nas nossas brincadeiras de bonecos eu era o responsável em anotar os níveis, mover as experiências e controlar a maioria dos personagens da história, logo era somente eu que os controlava os outros personagens que não possuíam ninguém para controla-los.







Sempre fui péssimo em gramática e analise sintática, mas literatura começou a fazer parte de mim. O que me fez melhorar bastante (mas ainda sou ruim em gramática). Quanto mais escrevia, mais dava vontade de escrever. Então comecei a ler mais sobre o rpg. Me surpreendi com as ideias de todos eles, e baseado nisso, tive uma ideia. Chamei meus amigos, agora um pouco maiores para jogar.

Criei um sistema novo, sem ler nenhum livro de rpg já criado (no começo sim), baseado no meu sistema antigo e mestrei.
Em pouco tempo eram mais de 10 pessoas jogando onde eu morava. Havia feito dois grupos, porém logo anexei mais um grupo de 5 pessoas, com amigos de uma faixa etária mais equilibrada.



Nunca se sabe até onde a imaginação pode te levar. (Imagem extraída da internet)

Eram 15 pessoas jogando nos nossos tempos vagos. Foi ficando difícil de organizar tempo livre. E o tempo que eu jogava, os grupos brigavam entre si para jogar. Eram bons tempos, mas todos crescem uma hora.




Minhas obrigações começaram a tomar todo o meu tempo, mal podia jogar nos finais de semana, dissipei dois grupos e agreguei alguns em um grupo só com o tempo que me sobrava. E depois fiquei sem tempo para mestrar.



Nesse meio tempo surgiu minha primeira literatura manuscrita redigida a mando de um professor de português (não sei se posso cita-lo), o nome era "Algozes Interiores".
Minha criatividade estava começando a tomar forma em outro cunho. Não só no rpg como nas histórias um hobby me ajudou bastante. O desenho.

A primeira história agente nunca esquece, imprimi algumas cópias e distribui a meus amigos e familiares (Um deles com desenhos bem trabalhados, que acabou desaparecendo). Ela havia sido postada num blog de um amigo meu junto com as histórias dele e de outros amigos. Mas saiu do ar, era chamado de a Cúpula Ancestral.

Logo tive de me mudar para uma cidade onde eu cursaria faculdade, nesse meio tempo iniciei outros projetos (que ainda não terminei) literários. Algozes Interiores- Os Ventos do Destino, AKY- a gota da vida, O Olho dos Mortos e logo em seguida A cronica de Átala.

Este último projecto que estou recomeçando a escrever foi baseado no meu último grupo de rpg que eu tive. No meio tempo do curso pré vestibular em outra cidade conheci outras pessoas diferentes e com o tempo (não demorou muito), descobrimos esse assunto em comum. E eu voltei a mestrar pela última vez.



Não, não é uma imagem da Crônica, mas ambas se passam na era medieval.(fonte: Superdownloads.com)






A maturidade dos participantes deixou a história simplesmente unica. Com o tempo alguns deles foram se distanciando devida às circunstâncias porém, um deles ficou até o final da vida do seu personagem, e acabou se tornando o personagem principal da minha narrativa. O universo de rpg que eu arquitectei tomou uma forma quase (por assim dizer) real. Ela tomou vida, e caminhou sozinha. Literalmente.













Não havia mais nada que eu pudesse fazer para controla-la naquele momento. Todos os detalhes da história e do universo criado ficou tão detalhado, tão particular, que era como se o factor mestre já não mais existisse.












Irígnia existe (nome do mundo vasto e imaginário dos olhos eternos rpg). Isso já é fato. Quando eu mestrava eu percebia que alguns fatos, eventos e atitudes já não eram mais controlado por minha pessoa, eu simplesmente narrava o que a parte psicológica das pessoas e do mundo interagiria. E eram muitas pessoas.


Reinos, raças, cidades. Passado, presente e possível futuro. Histórias de vida, sofrimentos, amores, aventuras, filhos, heróis, grandes mentalidades, rainhas e princesas. Tudo aquilo acendeu dentro de nós um novo sentimento. Ninguém gostaria que aquilo acabasse. Mas um dia a história de seus personagens se encerrou. Este blog é basicamente a conexão viva com este mundo criado a tanto tempo e com tanto custo. Assim como o nosso mundo, Irígnia como é chamado pelos humanos, passou milhões de anos em formação e no último grupo de jogadores mais velhos, ele se mostrou independênte. E eu como pai dessa história estou disposto a deixa-la partir. Afinal o mundo real está aqui. E o lado positivo de estarmos do lado de fora da tela, é que podemos trocar o DVD e simplesmente "viver" outro capítulo.





















Eu lhes apresento :





A Cronica de Átala. (Livro 1)













(Desculpem os erros de gramática)